domingo, 6 de setembro de 2020

Atividade 02 – Educação de Jovens e Adultos – 7º e 8º termos

 C:\Users\AnaPaulaDomingos\Desktop\logo certo.jpg

Município de São Bernardo do Campo
Secretaria de Educação

Departamento de Ações Educacionais

Divisão de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos


Professor: Eduardo Santos Gama - Disciplina Ciências - Email: edusantosgama@gmail.com

 

NOME:________________________________________________________________data:___/____/____.

Atividade 02 – Educação de Jovens e Adultos – 7º e 8º termos - 2º Segmento

E-mail geral da sala: eja78flaminio@gmail.com  - (08/09/2020 A 18/09/2020)

 

Da alquimia à química moderna


Com o desenvolvimento humano, novos materiais foram sendo descobertos por alquimistas e pesquisadores. Percebeu-se, por exemplo, que, para produzir o fogo, era necessário utilizar determinados gases e que o ar era uma mistura de vários gases. Assim, o fogo e o ar não mais poderiam ser considerados elementos fundamentais, pois eles mesmos seriam compostos por outros elementos mais simples. Sendo assim, de que seria feita a matéria? Quais seriam os elementos básicos, constituintes de toda a matéria existente no Universo? 

Os alquimistas acreditavam ser possível transformar qualquer coisa em ouro com o auxílio de uma substância chamada pedra filosofal, segundo eles, também poderia ser produzido um remédio universal, um elixir da longa vida capaz de prevenir e curar todas as doenças, permitindo que as pessoas vivessem para sempre. Na busca dessas substâncias, os alquimistas descobriram diversas outras e vários novos elementos químicos, o que contribuiu para o desenvolvimento científico. Durante a Idade Média, muitos deles foram perseguidos pela Inquisição, acusados de bruxaria. Eles acabaram sendo presos, excomungados e queimados vivos, como tantos outros precursores da ciência moderna.

Durante a 1º Revolução Industrial, na segunda metade do século XVIII, com o desenvolvimento das máquinas a vapor, o estudo dos gases passou a ser muito importante. No início do século XIX, o físico e químico inglês John Dalton (1766-1844) realizou experimentos com gases e descobriu algumas de suas propriedades. Para explicá-las, retomou o modelo atômico dos gregos e com ele conseguiu explicar vários fenômenos, como as proporções entre os diversos elementos de uma mistura gasosa. Ele imaginava que os átomos eram bolinhas muito pequenas. Cada elemento químico era composto por um tipo de bolinha indivisível e indestrutível, com determinada massa, que não se alterava em uma reação química. 

Nessa época, os cientistas passaram a utilizar novos métodos para analisar suas descobertas, realizando experimentos e utilizando a linguagem matemática para representar as proporções e outras relações entre as grandezas observadas. Surgiu daí a química moderna, cujo objetivo é o estudo da composição e das propriedades da matéria, além da energia envolvida em suas transformações. O conhecimento químico ajuda a explicar diversos fenômenos da natureza e tem inúmeras aplicações positivas, sendo responsável por profundos impactos tecnológicos, econômicos e sociais, como a produção de remédios e de novos materiais. 

Com o desenvolvimento tecnológico observado no final do século XIX, foi possível produzir um tipo de lâmpada ornamental em que se podia observar um raio luminoso chamado raio catódico. Estudando esse fenômeno, o físico inglês J. J. Thomson (1856-1940) demonstrou que ele era produzido por partículas de carga negativa menores e mais leves do que os átomos de Dalton, às quais deu o nome de elétrons. O modelo atômico, então, foi modificado. Imaginou-se que o átomo seria, na verdade, composto por duas partes: uma massa de carga positiva com cargas negativas (elétrons) incrustadas.

Novas pesquisas foram alterando esse modelo, até que se chegou ao modelo mais aceito atualmente. De maneira simplificada, pode-se dizer que a matéria é constituída por átomos. Estes são formados essencialmente por um núcleo e por elétrons, que circundam o núcleo, em órbitas, como os planetas em torno do Sol. Os elétrons são partículas de carga negativa, enquanto o núcleo é composto por dois outros tipos de partícula: os prótons (carga positiva) e os nêutrons (sem carga elétrica). Um átomo tem o mesmo número de prótons e elétrons. 

Fonte: 

Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Mundo do Trabalho: Ciências e Matemática: 9o ano/4o termo do Ensino Fundamental. São Paulo: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT), 2013.



ATIVIDADES:


  1. Magos, bruxos, charlatões.... Assim eram considerados os Alquimistas na Idade Média. Mas a busca pela transformação de qualquer metal em ouro ou pela vida eterna propiciou uma importante contribuição à ciência Química. Qual foi essa contribuição?



  1. Com base nas concepções científicas mais atuais sobre a estrutura do átomo, é correto afirmar:


  1. O átomo apresenta duas regiões distintas: uma região central, muito pequena, onde se concentra praticamente toda a sua massa; e um espaço bem maior, no qual os elétrons se movimentam. Portanto, os elétrons, que ocupam a maior parte do volume do átomo, têm o papel mais relevante nas reações químicas.

  2. O átomo é uma pequena partícula indivisível e indestrutível.

  3. O átomo é formado por três pequenas partículas indivisíveis e indestrutíveis denominadas elétrons, prótons e nêutrons.

  4. Os elétrons estão em movimento circular uniforme a uma distância fixa do núcleo.

  5. Todos os átomos da tabela periódica apresentam, necessariamente, elétrons, prótons e nêutrons; sendo que estas três partículas possuem massas semelhantes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário